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»  - 16/03/12

Estudo realizado pelo projeto Conservação de Vertebrados Aquáticos Amazônicos (Aquavert), do Instituto Mamirauá, vai avaliar a relação entre a atividade pesqueira no município de Tefé, a 516 quilômetros da capital Manaus, com a morte de botos amazônicos. O objetivo é buscar alternativas para a conservação da espécie na região. O projeto é realizado há cinco meses.

O levantamento da bióloga Iara Ramos monitora a área do lago Tefé. Ela resgata carcaças de botos para a realização de necropsia e registra o número de animais que morrem presos em equipamentos de pesca. De acordo com dados do Instituto Mamirauá, em cinco meses, a pesquisadora confirmou a morte de dois botos por captura acidental em redes de pesca, e uma morte por agressão de um boto tucuxi.

Segundo ela, os registros de morte acidental e por agressão de botos podem ajudar na busca por alternativas de conservação destas espécies, para adoção de estratégias de sensibilização dos pescadores para liberar os botos que se prendem às redes, além do uso de equipamentos de pesca que diminuam as chances de capturas acidentais.

”Sabemos que é um problema que está diretamente ligado à economia do município. Encontrar soluções que equilibrem a atividade pesqueira com a conservação de cetáceos é crucial para o sucesso de políticas socioambientais que venham a ser adotadas”, disse a pesquisadora.

Durante o estudo, a pesquisa registra os locais de pesca e quais tipos de apetrechos estão sendo utilizados pelos barcos pesqueiros e por pescadores artesanais. Os locais mais utilizados pelos botos para a alimentação e descanso são marcados por GPS. Durante o levantamento, a bióloga ainda realiza entrevistas com pescadores, para avaliar quais as percepções desses profissionais sobre os botos.

Caça
– De acordo com dados divulgados pelo Instituto Mamirauá, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em todo o mundo, revelou que a captura acidental em redes de pesca é a principal causa de morte de pequenos cetáceos, grupo que inclui as duas espécies de botos amazônicos, o boto vermelho e o tucuxi.

Um outro estudo divulgado em 2011 apontou que em dez anos a população de botos da Amazônia reduziu pela metade. O levantamento, feito por amostragem na região de Tefé, apontou que morre por ano uma quantidade de animais sete vezes maior que o limite permitido.

Fonte: G1

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