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»  - 01/08/13

A perda de massa de gelo na superfície dos oceanos pode causar o desaparecimento de até um terço dos ecossistemas que vivem nas profundidades de regiões polares devido ao aumento de luminosidade no leito marinho.

As informações são de um estudo divulgado nesta quarta-feira (31) pela Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

A pesquisa feita por cientistas da Divisão Antártica Australiana prevê que, com os polos mais quentes, os ecossistemas das áreas mais profundas podem sofrer reduções drásticas em algumas décadas. As informações serão divulgadas no periódico científico “Global Change Biology”.

Segundo Graeme Clark, um dos autores da investigação, os dados mostram que ecossistemas polares são mais sensíveis à mudança climática do que se pensava anteriormente.

Na costa da Antártica, por exemplo, comunidades únicas de invertebrados que vivem na escuridão poderão ser substituídas por algas que prosperam com a luminosidade.

Entre os invertebrados que se perderiam estão esponjas e musgos. De acordo com a pesquisa, esses seres marinhos desempenham funções importantes como a filtragem de água e reciclagem de nutrientes, além de serem fontes de alimentos para peixes e outras criaturas.

Mudanças perceptíveis – Para conseguir tais informações, os estudiosos implantaram medidores de luz no fundo do mar em sete locais da Antártica, com profundidades de até dez metros.

Câmeras fotografaram a costa todos os dias, ao meio-dia, durante dois anos e meio, para determinar a cobertura de gelo do mar. Com isso, constatou-se um crescimento na taxa de algas na Antártica em diferentes condições de luz.

“É um excelente exemplo de impacto ecológico em larga escala que os seres humanos proporcionam com o aquecimento global, mesmo em lugares tão remotos como a Antártica”, informou a professora Emma Johnston, que integra a equipe de cientistas, por meio de comunicado divulgado pela universidade australiana.

“Nosso modelo mostra que as mudanças recentes na cobertura de neve e gelo nos polos já causaram mudanças na quantidade de luz que atinge grandes áreas do Ártico e da Antártica anualmente”, complementa.

Fonte: G1

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