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»  - 15/11/13

Os gases de efeito estufa estão tornando os oceanos mais quentes, ácidos e com menos oxigênio. O modo como essas mudanças interagem está criando um panorama mais desolador para as águas do mundo, de acordo com um relatório produzido por 540 cientistas de todo o mundo publicado nesta quarta-feira (13).

Os oceanos estão se tornando mais ácidos a uma taxa sem precedentes, mais rápido do que em qualquer outra época dos últimos 300 milhões de anos, segundo o relatório. Mas é a maneira como isso interage com outros efeitos do aquecimento global nas águas que preocupa cada vez mais os especialistas.

Eles calcularam que os oceanos tornaram-se 26% mais ácidos desde a década de 1880 porque há cada vez mais carbono na água. Também mediram como os oceanos têm se aquecido devido ao dióxido de carbono gerado pela combustão do carbono, petróleo e gás. Ainda foi observado que, em diferentes profundidades, os mares estão movendo menores quantidades de oxigênio porque há mais calor.

Juntos, esses efeitos “podem amplificar-se entre si”, observa o co-autor do relatório, Ulf Riebesell, um bioquímico do Centro Geomar Helmholtz de Pesquisa Oceânica na Alemanha. Ele acrescenta que os cientistas estão se referindo cada vez mais ao futuro do oceano como “quente, ácido e irrespirável”.

O relatório de 26 páginas divulgado pela ONU e por várias organizações científicas reúne as informações mais recentes sobre mudanças climáticas a partir de uma conferência de oceanógrafos realizada no ano passado.

Por exemplo, na costa americana do Pacífico, a forma como o oceano está se tornando estratificado significa que há menos oxigênio na água, e estudos recentes mostram “80% mais acidez do que originalmente previsto”, disse o co-autor do estudo Richard Feely, do Laboratório Marinho Ambiental do Pacífico da Administração Nacional para os Oceanos e a Atmosfera, com sede em Seattle.

Além disso, modelos computacionais preveem que a costa noroeste dos Estados Unidos será mais castigada que outros lugares devido ao conjunto de mudanças, observou Feely.

A teoria é que espécies como a lula só podem viver em água a certa temperatura, acidez e níveis de oxigênio, e os pontos onde esses fatores se combinam são cada vez mais difíceis de encontrar.

Com o aumento da acidez, as conchas de alguns moluscos, como as ostras e os mexilhões, também começam a se corroer. “Essa é mais uma perda que estamos enfrentando. Isso afetará a sociedade humana”, disse Riebesell.

Fonte: G1

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