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»  - 13/05/14

Os ventos que estão varrendo o Oceano Antártico são os mais fortes do último milênio, alimentados pelas mudanças climáticas e pelas taxas crescentes de dióxido de carbono na atmosfera, revelaram cientistas nesta segunda-feira (12).

Os ventos do Oceano Antártico, que aterrorizaram gerações de marinheiros, estão “mais fortes hoje do que nunca nos últimos mil anos”, afirma o estudo da Australian National University (ANU).

“O fortalecimento desses ventos foi particularmente claro nos últimos 70 anos e, combinando nossas observações com os modelos climáticos, podemos vincular claramente o fenômeno ao aumento dos gases de efeito estufa”, afirma Nerilie Abram, co-autora do estudo publicado na revista Nature Climate Change.

Os ventos do oeste, que evitam a costa oriental da Antártica circundando-a, levam mais ar frio à medida que se intensificam, privando a Austrália – que enfrenta um aumento constante das temperaturas, com secas e incêndios – de preciosas chuvas.

“A Antártica desafia a tendência. Todos os continentes esquentam e o Ártico é onde isso acontece mais rápido”, alerta a cientista.

Para chegar as suas conclusões, os pesquisadores extraíram amostras de gelo na Antártica, analisaram o crescimento de árvores na América do Sul e a evolução das águas dos lagos neste continente.

Os dados foram analisados pelo supercomputador Raijin da ANU.

A evolução climática é, no entanto, contrastada na Antártica, fruto da influência complexa entre os ventos e as correntes.

Enquanto o centro da Antártica continua sendo frio, os ventos do oeste esquentam a península a um ritmo preocupante, transformando o ecossistema local com, por exemplo, uma forte diminuição das populações de pinguins-de-adélia.

A atividade humana é essencialmente responsável por estas mudanças, explica Steven Phipps, da Universidade de Nova Gales do Sul.

A partir dos anos 1970, a situação foi agravada pelo aumento do buraco da camada de ozônio devido aos clorofluorcarbonos (CFC) utilizados na indústria.

“Inclusive na hipótese de um cenário (de impacto climático) médio, a tendência continuará no século XXI”, adverte Steven Phipps.

Fonte: UOL

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