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»  - 18/08/14

O mercado do Ver-o-Peso, em Belém, exibe uma pequena mostra da rica fauna pesqueira encontrada na região amazônica: pescada amarela, tamuatá, filhote, entre outras espécies, mas uma delas está cada vez mais difícil de encontrar, o pirarucu. Um estudo publicado na revista internacional Aquatic Conservation, realizado na cidade de Santarém e coordenado por um brasileiro, aponta que o peixe corre risco de extinção no estado do Pará.

“Há uma procura pelo consumidor, mas infelizmente a gente não consegue trabalhar com esse produto, que é muito escasso. Poucos trabalhadores trabalham com esse peixe, então aí está a dificuldade”, explica um dos peixeiros do mercado.

O pirarucu é típico da região amazônica e muito procurado na culinária amazônica. Pelo menos 60% da carne do peixe é composta de filé, o que faz com que muitos turistas busquem pela iguaria.

“Preservando os peixes pequenos, com certeza vai ter peixe para sempre para o povo comer, né? Agora se as pessoas pegarem o peixe pequenino e ir matando, vai acabando”, afirma o mestre de obras Amarildo Marte.

O período de defeso do piracuru no Pará é de apenas seis meses. Uma das propostas do Ibama para evitar a extinção da espécie é criar uma política parecida com a do estado do Amazonas, onde o período de defeso do peixe é o ano inteiro, permitindo a pesca apenas em áreas de manejo do pirarucu.

“A gente precisa atualizar a legislação, inclusive ser mais restritiva especificamente para a pesca do pirarucu”, defende Antônio Melo, chefe do Núcleo de Pesca do Ibama.

Uma alternativa para evitar a extinção da espécie seria a criação em cativeiro. Segundo a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Estado do Pará, os municípios de Breu Branco, Conceição do Araguaia, Barcarena, Almeirime Paragominas já possuem criadouros oficiais da espécie. Só em Paragominas, 37 empresários atuam no ramo.

“É um investimento ter boas águas, bons tanques e um lugar bem apropriado para ele se dar”, explica Hamilton Caliman, empresário que investe no segmento.

Fonte: G1

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