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»  - 27/02/15

Cientistas da Oregon State University e do departamento de Pesca e Vida Selvagem de Oregon, nos Estados Unidos, estão estudando um peixe incomum (Oplegnathus fasciatus) capturado em uma armadilha para caranguejo perto da cidade de Port Orford. O peixe, chamado de knifejaw, é nativo do Japão, China e Coreia. A aparição do peixe em águas americanas pode estar relacionada com o tsunami de 2011 no Japão, dizem os pesquisadores.

Ainda é prematuro concluir que a espécie pode ter se estabelecido na região de Oregon. Entretanto, sua aparência e sobrevivência certamente levantam questões, de acordo com John Chapman, especialista em espécies aquáticas invasoras no Centro de Ciência Marinha da Universidade de Hatfield, em Newport.

“A associação com o tsunami ocorrido no Japão é uma forte possibilidade, mas não podemos descartar outras opções, como ele ter sido pescado e liberado na região”, disse Chapman. “Mas encontrar um segundo knifejaw em quase dois anos após a descoberta de peixes em um barco japonês à deriva certamente recebe a minha atenção”.

Em março de 2013, cinco knifejaws foram encontrados vivos em um barco vindo do Japão perto de Long Beach, em Washington. Quatro dos peixes foram sacrificados, mas um foi levado para o aquário Seaside, onde ainda está vivo.

A ecologista Jessica Miller analisou os quatro peixes mortos em 2013 em busca de pistas sobre suas origens.

“Quando jovem, o peixe desta espécie é conhecido por se desviar dos companheiros e pode ser atraído para o lixo marinho que fica flutuando”, disse Miller. “Os destroços da época do tsunami continuam a chegar às praias em Oregon e Washington, por isso, não é inconcebível que o peixe encontrado em Port Orford tenha vindo do Japão”.

“A espécie também é encontrada em outras partes da Ásia e das ilhas havaianas”, acrescentou. “Neste momento, não há nenhuma evidência de que eles estão se reproduzindo com sucesso em Oregon”.

O exemplar, que deve ter entre um ou dois anos e mede 13 centímetros de comprimento, está de quarentena no Centro de Ciências Marinhas de Hatfield, pois tinha uma ferida no abdome.

“Por conta da idade, é improvável que ele tenha deixado o Japão no tsunami de 2011″, disse Sam Chan, especialista em espécies invasoras de Oregon, “mas um barco poderia ter navegado em águas asiáticas e, em seguida, trouxe o peixe em suas as correntes de água. A grande questão é: existem mais destes?”

Cientistas irão vigiar as águas da região para resolver este mistério.

Fonte: UOL

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