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Um peixe-leão foi avistado em um recife na região de Cabo Frio (RJ) por mergulhadores brasileiros, em 10 de maio de 2014. A descoberta foi publicada na revista científica PLOS ONE na última semana. Os mergulhadores capturaram o animal para estudo de DNA. A análise genética do peixe encontrado revelou que ele procedia das águas do Caribe, e não de sua região de origem no Pacífico.

Reconhecido por suas listras laranjas, marrons e negras, o peixe-leão é nativo do Indo-Pacífico, mas surgiu no noroeste do Atlântico nos anos 80, provavelmente trazido para popular aquários. Desde então, o peixe-leão – que não tem predadores na região – avançou para o norte até Massachusetts e desceu ao sul até o Caribe. A disseminação desta espécie invasiva preocupa a comunidade científica.

O peixe-leão desestruturou o ecossistema de regiões do Golfo do México e Caribe nas últimas três décadas, ao competir com espécies nativas, e é considerado a maior ameaça marítima de todos os tempos. Seus espinhos venenosos afugentam os predadores enquanto o peixe-leão se alimenta de incontáveis peixes jovens, destruindo o ecossistema dos recifes. O peixe-leão não apenas pode resistir a longos períodos sem alimento, mas também consegue viver em águas distantes e profundas, explicou Elizabeth Underwood, coordenadora do programa sobre o peixe-leão da organização REEF, baseada na Flórida.

“Quando se reproduzem, liberam ovos e esperma dentro de uma corrente que pode levá-los a longas distâncias, o que tem permitido a esta espécie se dispersar tão rápido e distante”, disse Underwood à AFP. Apesar de ser um caso inédito no Brasil, os especialistas destacam que as autoridades devem adotar com urgência medidas para matar e evitar sua propagação no litoral brasileiro.

A invasão do peixe-leão “teria consequências ainda mais terríveis que no Caribe”, destaca o estudo. Apesar de ser um risco para os pescadores por seus espinhos venenosos, o peixe-leão é comestível, com uma carne branca, laminada e doce.

Fonte: UOL

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